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Política

Gerson Claro defende novas PPPs e cita Parque das Nações e Morenão

Presidente da Alems aponta resultados do saneamento e das rodovias e vê espaço para ampliar participação privada em grandes equipamentos públicos de Mato Grosso do Sul.

Conjuntura Online
04/09/26 às 09h20
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O presidente da Alems, Gerson Claro. (Foto: Reprodução)

O presidente da ALEMS (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul), deputado Gerson Claro, defendeu ampliar as PPPs (Parcerias Público-Privadas) no Estado e citou o Parque das Nações Indígenas e o Morenão, em Campo Grande, como espaços que poderiam receber investimentos da iniciativa privada.

A declaração foi feita em entrevista ao 96News, da Antena 1 Campo Grande, ao abordar projetos de infraestrutura, saneamento e rodovias.

Gerson afirmou que Mato Grosso do Sul já possui experiências positivas com esse modelo, especialmente no saneamento.

“Caminhamos para cerca de 80% no saneamento e vamos caminhar para a universalização. Acho que esse é um dos grandes feitos da parceria público-privada em Mato Grosso do Sul”, disse.

Parque das Nações

O deputado citou como referência o Parque Ibirapuera, em São Paulo, administrado pela iniciativa privada, mas com acesso gratuito à população. Segundo ele, um modelo semelhante poderia ser estudado para o Parque das Nações Indígenas.

“É uma possibilidade de parceria privada para a exploração, por exemplo, do Parque das Nações Indígenas, que tem o Aquário do Pantanal, uma visitação enorme, sem cobrar e com a liberdade das pessoas entrarem gratuitamente no parque”, afirmou.

A iniciativa privada poderia explorar serviços, como restaurantes, e investir na modernização e manutenção da estrutura, sem cobrança de entrada no parque.

Morenão

Gerson também colocou o Estádio Universitário Pedro Pedrossian, o Morenão, entre os espaços que poderiam receber investimentos privados. Para ele, recuperar uma estrutura desse porte apenas com dinheiro público é um desafio.

“O governo precisa investir para se tornar viável, e aquilo pode se transformar em um centro de eventos de futebol e de outras atividades através do investimento e da parceria com a iniciativa privada”, avaliou.

Segundo o presidente da Alems, a intenção não é simplesmente transferir patrimônio público, mas aproveitar investimentos e capacidade de gestão da iniciativa privada para modernizar estruturas e melhorar os serviços.

“A gente tem firme propósito de ampliar essas parcerias, e Mato Grosso do Sul caminha nesse rumo de melhorar o serviço público com a participação da iniciativa privada”, concluiu.

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