Canadá, Reino Unido e Nova Zelândia reforçaram orientações de segurança para cidadãos que estão no Brasil ou pretendem viajar ao país.
Os avisos chamam atenção para criminalidade, possibilidade de manifestações e cuidados adicionais em determinadas regiões.
Com as atualizações divulgadas nesta quinta-feira (2), chega a cinco o número de países que reforçaram recomendações aos seus cidadãos às vésperas das eleições gerais de domingo (4).
O governo canadense mantém o Brasil na classificação que recomenda “alto grau de cautela”, principalmente em razão dos índices de criminalidade e de episódios de violência relacionados a grupos criminosos em áreas urbanas.
O país também orienta evitar viagens não essenciais a determinadas faixas de fronteira.
Entre os problemas mencionados estão roubos, furtos, assaltos à mão armada e crimes em grandes centros urbanos.
A orientação canadense ainda chama atenção para ocorrências envolvendo adulteração de bebidas e recomenda cuidados em bares, restaurantes e locais de grande movimentação.
O Reino Unido, por sua vez, orienta seus cidadãos a evitar manifestações e atos políticos. O alerta britânico lembra que protestos podem terminar em confrontos e recomenda acompanhar informações locais e seguir determinações das autoridades brasileiras.
As recomendações britânicas também destacam riscos de roubos, furtos, sequestros-relâmpago e atuação de grupos criminosos. Há ainda orientação contrária a viagens não essenciais para algumas regiões específicas do território brasileiro.
Já a Nova Zelândia mantém recomendação de cautela elevada para viagens ao Brasil devido à criminalidade. O aviso cita crimes violentos, como homicídios, assaltos e roubos armados, além de furtos em centros urbanos, áreas turísticas e no transporte público.
As orientações não significam uma recomendação geral para que turistas deixem de viajar ao Brasil. Os níveis e restrições variam conforme cada governo e, em alguns casos, são direcionados a regiões específicas. O objetivo é orientar os respectivos cidadãos sobre cuidados durante a permanência no país. (Com informações da Jovem Pan)
