O teto dos benefícios pagos pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) passa a ser de R$ 8.475,55 em 2026. No ano passado, o valor máximo era de R$ 8.157,41. O reajuste foi oficializado pelo Ministério da Previdência Social em portaria assinada na última sexta-feira (9).
Os segurados do INSS que recebem acima do salário mínimo tiveram os benefícios reajustados em 3,9%, conforme o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor). Atualmente, há 12,2 milhões de brasileiros recebendo acima do piso nacional, que é de R$ 1.621.
Os valores reajustados dos benefícios (aposentadoria, auxílio-doença, pensão por morte) acima do piso começam a ser pagos a partir do dia 3 de fevereiro.
A portaria também definiu em R$ 1.621 o valor do Benefício de Prestação Continuada da Lei Orgânica da Assistência Social – destinado a idosos e a pessoas com deficiência em situação de extrema pobreza – e da renda mensal vitalícia e as pensões especiais para dependentes das vítimas de hemodiálise da cidade de Caruaru (PE).
Já o benefício pago a seringueiros e aos dependentes passa a ser de R$ 3.242 em 2026. A cota do salário-família passa a ser de R$ 67,54 para o segurado com remuneração mensal de até R$ 1.980,38.
Contribuição
O INSS também atualizou as faixas de contribuição ao INSS dos trabalhadores empregados, domésticos e trabalhadores avulsos.
Veja:
7,5% para aqueles que ganham até R$ 1.621,00;
9% para quem ganha entre R$ 1.621,01 até R$ 2.902,84;
12% para os que ganham entre R$ 2.902,85 até R$ 4.354,27;
14% para quem ganha de R$ 4.354,28 até R$ 8.475,55.
As novas alíquotas, relativas aos salários de janeiro, deverão ser recolhidas somente na folha de pagamentos de fevereiro. (Com CNN)
