O 1º site político de Mato Grosso do Sul   |   24 de Setembro de 2018
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Willams Araújo
Demorou

O TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul) julga no próximos dias pedido de impugnação da candidatura do senador cassado Delcídio do Amaral, candidato ao mesmo cargo pelo nanico PTC. O pedido de impugnação foi feito pelo MPE (Ministério Público Eleitoral) baseado na decisão do plenário do Senado que cassou o mandato dele por quebra de decoro parlamentar em maio de 2016, o que o tornou inelegível. 

Flagrante
Flagrante

Somente para refrescar a memória, Delcídio foi preso em flagrante em novembro de 2015, por ordem do STF (Supremo Tribunal Federal), pela prática do crime de obstrução de justiça após ter estabelecido “acordos” visando atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato. Na prática, tentou comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, ao pedir que o velho corrupto colocasse a boca no trombone em supostas ações nebulosas.  

Fora da TV

Além do indeferimento da candidatura do ex-senador de todos, o Ministério Público Eleitoral requer deferimento de tutela antecipada para que o candidato seja impedido de participar do horário eleitoral gratuito, de receber recursos do fundo partidário ou do fundo de financiamento de campanha e devolva os recursos que já tenha recebido, tudo isso sob pena de multa diária.

Mais pressão

Além do MPE, a coligação “Avançar com Responsabilidade”, encabeçada pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB), pediu à Justiça Eleitoral, na última sexta-feira (21), a impugnação do registro de candidatura de Delcídio ante ao prejuízo aos demais concorrentes ao cargo, principalmente de sua chapa, que tem como candidatos Marcelo Miglioli (PSDB) e Nelsinho Trad (PTB). O pedido alega que o ex-senador perdeu seu mandato e os direitos políticos, o que o torna inelegível. 

Argumentos

A assessoria jurídica da coligação “Avançar com Responsabilidade” lembra que Delcídio foi cassado pelo Senado por quebra de decoro parlamentar, onde processo ainda teria deixado inelegível por longo período, chegando a quase 15 anos. “Ele perdeu direitos por seis anos remanescente do seu mandato de senador, que iria até 2022 e mais oito anos subsequentes. Ou seja, de 2016 a 2030 ficaria sem seus direitos políticos”, aponta argumentação do PSDB.

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