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Com estoque baixo, Banco de Leite do Hospital Regional faz apelo por doações

Unidade precisa coletar cerca de 120 litros por mês, mas recebeu apenas 47 litros em julho; leite é destinado principalmente a bebês prematuros e de baixo peso

Conjuntura Online
13/08/26 às 06h21
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Banco de Leite do Hospital Regional. (Foto: Reprodução)

A quantidade de leite humano arrecadada pelo HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul) não tem sido suficiente para manter o estoque considerado adequado para atender os recém-nascidos internados. Em julho, foram coletados 47 litros, menos da metade dos 120 litros necessários por mês.

Diante da baixa, o Banco de Leite Humano do hospital busca novas doadoras, principalmente mães que estejam amamentando e tenham produção de leite acima da necessidade dos próprios bebês.

As doações são utilizadas na alimentação de recém-nascidos que precisam permanecer internados, especialmente prematuros e bebês com baixo peso.

Nesses casos, o leite humano tem papel ainda mais importante por fornecer nutrientes necessários ao desenvolvimento e componentes que auxiliam na proteção contra infecções e no fortalecimento do sistema imunológico.

Quem pode doar

Podem participar mães que estejam amamentando, tenham leite excedente e possuam os exames realizados durante o pré-natal. Antes da primeira doação, é necessário fazer um cadastro e receber as orientações da equipe do Banco de Leite.

Quem tiver interesse pode entrar em contato pelo telefone (67) 3378-2715 para obter informações sobre o cadastro e o procedimento para coleta e doação.

Agosto Dourado

O alerta ocorre durante o Agosto Dourado, campanha dedicada à conscientização sobre a importância do aleitamento materno. Além de incentivar a amamentação, o período chama atenção para o contato pele a pele e o início precoce do aleitamento após o nascimento, sempre que as condições de saúde da mãe e do bebê permitirem.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que o bebê seja alimentado exclusivamente com leite materno durante os primeiros seis meses. Depois dessa idade, a orientação é manter a amamentação junto à alimentação complementar até os dois anos ou mais.

O Banco de Leite também presta apoio às mulheres que encontram dificuldades para amamentar. A equipe pode orientar sobre problemas comuns nos primeiros dias, como pega inadequada, produção de leite e outras intercorrências relacionadas à amamentação.

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