A Prefeitura de Campo Grande anunciou, na quinta-feira (16), durante a Expogrande, um pacote de medidas voltadas à modernização da máquina pública, com foco na agilização de processos e no estímulo ao desenvolvimento econômico da Capital.
O principal destaque foi a criação do PCLI (Ponto de Controle de Licenciamento Integrado), um novo modelo que pretende reduzir a burocracia e dar mais rapidez à análise de processos urbanísticos e ambientais.
A proposta é centralizar etapas que hoje passam por diferentes setores, evitando retrabalho e encurtando prazos.
Na prática, o sistema reúne órgãos estratégicos da administração municipal, como Planurb, Agetran, Sisep, Sefaz e a Procuradoria-Geral do Município, sob coordenação da Secretaria de Meio Ambiente e Gestão Urbana. A ideia é que a tramitação passe a ser mais integrada, com menos entraves administrativos.
Além do novo sistema, a prefeitura também formalizou atos ligados a programas de incentivo, como o Prodes e o Propam, e realizou a entrega de licenças e autorizações, sinalizando uma tentativa de destravar projetos que estavam em andamento.
A prefeita Adriane Lopes afirmou que a iniciativa busca dar mais previsibilidade a quem pretende investir na cidade. Segundo ela, a proposta é equilibrar agilidade nos processos com controle ambiental, reduzindo a demora que historicamente marca esse tipo de análise.
Com a medida, a gestão municipal tenta responder a uma demanda recorrente do setor produtivo, que cobra mais rapidez na liberação de projetos, ao mesmo tempo em que enfrenta o desafio de manter critérios técnicos e legais nas autorizações.
