Medina teve, contra o Racing, uma atuação que o credenciou a disputar a titularidade do Botafogo. O argentino teve um início abaixo do esperado no clube carioca e enfrentou dificuldades na adaptação ao Rio de Janeiro.
Medina foi contratado nesta janela de transferências como o principal nome da janela de transferências. O argentino encerrou 2025 com o título do Torneio Clausura do Campeonato Argentino pelo Estudiantes. A novela para a chegada de Medina ao Botafogo ganhou capítulos enquanto o clube estava punido com um transfer ban.
A adaptação ao Rio de Janeiro foi uma dificuldade para Medina. O argentino chegou ao Brasil com a esposa e com um filho pequeno, e o Botafogo buscou maneiras para ajudar o meia no dia a dia. A mãe e a tia de Medina chegaram ao Rio para auxiliar a família.
Quando finalmente virou jogador do Botafogo, Medina não conseguiu deslanchar nos primeiros jogos. Contra o Flamengo, na estreia, não fez boa atuação, e foi expulso na partida seguinte, diante do Palmeiras.
Medina demonstrava ter mais dificuldades na saída de bola e na marcação, mas era visto com grande potencial pela habilidade e por ter um bom passe. Com todos os três técnicos do Botafogo, foi utilizado de forma mais recuada, algo que não foi positivo pelas características do jogador. Ao jogar como "camisa 8", foi melhor.
Nesta quarta-feira, contra o Racing, Medina foi um dos destaques da vitória por 3 a 2. Não é um jogador que aparece nas estatísticas com gols e assistências, mas sim um facilitador do meio de campo. Medina foi o terceiro do Botafogo com mais passes certos, com 18 ao todo.
Após a vitória na Argentina, o Botafogo viaja para Chapecó para enfrentar a Chapecoense. O confronto da 12ª rodada do Brasileirão será às 18h30 deste sábado na Arena Condá.
