A seleção feminina de basquete tem uma dura missão nessa terça-feira: vencer a China para conseguir uma vaga no Mundial da modalidade depois de 12 anos.
O Brasil, que tem duas vitórias e duas derrotas no Pré-Mundial em Wuhan, entra em quadra dependendo apenas de si, mas também pode contar com uma ajudinha dos adversários para alcançar uma das três vagas disponíveis.
A partida contra a China está marcada para as 8h30 da manhã desta terça-feira.
A vaga no Mundial, que será na Alemanha em setembro, é do Brasil caso um dos três resultados aconteça:
- Uma vitória do Brasil contra a China
- Uma vitória da República Tcheca contra a Bélgica
- Uma vitória do Sudão do Sul contra Mali
Contar com a ajuda dos adversários não é a opção mais segura. A Bélgica, já pré-classificada, é a única equipe que não perdeu nenhuma partida na competição e é ampla favorita contra as Tchecas. Já o Sudão do Sul é o oposto, a única equipe que não venceu jogos em Wuhan e já não tem mais chances de ir ao Mundial.
Só que vencer a China também não é a tarefa mais simples. Apesar das chinesas já estarem classificadas, o Brasil encara um time que perdeu apenas para a Bélgica na competição. Antes do Pré-Mundial, Brasil e China disputaram dois amistosos com duas vitórias das chinesas por 74 a 69 e 72 a 66.
Para alcançar a vitória, o Brasil aposta na força da dupla Damiris Dantas e Kamilla Cardoso. As duas são responsáveis, em média, por 51% dos pontos brasileiros nas partidas até aqui do Pré-Mundial. Kamilla foi eleita a melhor atleta em quadra no jogo contra o Sudão do Sul, já Damiris ficou com o mesmo prêmio contra Mali. (Com ge - RJ)
