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Rio tem segundo policial militar morto em menos de 24 horas

Corpo de Marco dos Santos Bernardo de Lana foi encontrado dentro de carro na manhã desta quarta. Ele é o 107º PM morto no estado em 2017

11/10/2017 - 12h07

O Dia

Marco dos Santos Bernardo de Lana foi o 107º PM assassinado em 2017 (Foto: Arquivo pessoal)

Até o momento, nenhum suspeito foi preso. Marco era lotado no 4º BPM (São Cristóvão) mas atuava na UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) do Caju. A DH (Delegacia de Homicídios) da Capital foi acionada e já realizou uma perícia no local. 


De acordo com a Civil, a DH procura testemunhas e imagens de câmeras de segurança para tentar identificar e localizar os suspeitos. A PM, por meio da CPP (Coordenadoria de Polícia Pacificadora), destacou que está prestando assistência à família do policial.


PM deixa duas filhas pequenas


Bernardo de Lana estava chegando em casa, voltando do serviço, quando foi morto. O policial tinha 8 anos de corporação. Casado, o PM deixa duas filhas, de 5 e 3 anos.


Abalado, um tio da vítima, Sérgio da Silva Alexandre, desabafou sobre a perda e culpou os governantes pelas mortes de policiais. "As autoridades estão brincando com a vida de nossos entes queridos. Como uma brincadeira de video-game, que liga e desliga todo dia. Quando essa pedra começar a cortar a carne das autoridades, aí vão parar de brincar com a segurança pública", afirmou.


Policial é morto em Queimados


Já na noite desta terça, o sargento da PM Marcelo Galvão foi morto, em Queimados, na Baixada Fluminense. Lotado no 24º BPM (Queimados), Galvão foi abordado por bandidos na Rua Major Ávila, no Jardim Alzira, por volta das 20h10, e assassinado a tiros. A informação foi confirmada pela Polícia Militar. 


De acordo com testemunhas, dois homens em uma moto abordaram o sargento e dispararam várias vezes contra a vítima, que morreu na hora. Os bandidos teriam atirado pelo menos 15 vezes, mas a PM não confirmou a informação. Os criminosos levaram a arma e a motocicleta de Galvão, que não estava de serviço. O caso foi registrado primeiro na 55ª DP (Queimados) como latrocínio (roubo seguido de morte) e encaminhado à Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense.

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