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IBGE atesta que transporte é o vilão da inflação em Campo Grande

Aumentos nos preços dos combustíveis e das tarifas de ônibus urbanos e intermunicipais, pressionaram o grupo de produtos e serviços do setor.

11/01/2018 - 08h03

Campo Grande

Transporte é o vilão da inflação (Foto: G1)

O grupo de produtos e serviços de “Transporte” foi o grande vilão da inflação em Campo Grande no mês de dezembro e no ano de 2017, graças ao aumento dos preços dos combustíveis como gasolina, etanol e óleo diesel e das tarifas de ônibus urbanos e intermunicipais. É o que apontam os dados do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), divulgados nesta quarta-feira (10), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).


De acordo com o IBGE, em dezembro, Campo Grande teve uma inflação de 0,15%, bem abaixo dos 0,50% registrados em novembro. O Índice foi o terceiro menor entre as 14 capitais em que o instituto mensura o IPCA e ficou bem abaixo do indicador nacional que foi de 0,44%. 


Já no acumulado de 2017, o percentual da capital de Mato Grosso do Sul atingiu os 2,11%. Também foi o terceiro mais baixo, ficou atrás somente de Belo Horizonte (MG), com 2,03% e de Belém (PA), com 1,14%. O índice nacional para o ano passado foi de 2,95%.


No último mês do ano passado, o IBGE aponta que dos nove macro grupo de produtos pesquisados, seis registraram aumento de preços, sendo os mais significativos os dos setores de “Transporte”, com 1,02%; “Vestuário”, com 0,87% e “Alimentação”, com 0,81%. Pressionaram os aumentos no grupo de “Transporte”, conforme o instituto, incrementos de preços como os de passagens aéreas (26,50%), ônibus urbano (3,66%), gasolina (3,21%) e etanol (3,16%).


Em todo o ano, o IBGE destaca que seis grupos tiveram elevação de preços: “Transportes”, com 6,08%; “Educação”, com 6,50%; “Despesas Pessoais”, com 4,72%; “Saúde”, com 4,11%; “Habitação”, com 2,78% e “Comunicação”, com 0,11%. Outros três sofreram retração: “Vestuário”, com 1,03%, “Artigos de Residência”, com 1,84% e “Alimentação”, com 2,25%.


No ano de 2017, tiveram maior peso sobre o grupo “Transportes”, aumentos nos preços relativos a ônibus urbano (10,51%), ônibus interestadual (9,53%), gasolina (13,80%), diesel (8,78%) e etanol 8,33%. Com G1.

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